A atual política educacional defronta-se com a falta de estrutura, respostas e preparo dos profissionais para tornar efetiva e sem traumas a inclusão do educando com deficiência no sistema comum de ensino.
O educador com orientação e estudo pode adaptar materiais e propostas para o desenvolvimento das atividades. Mas, antes disso, o professor precisa aprender a ver seu aluno com deficiência como sujeito do processo de aprendizagem e capaz de aprender.
Efetivamente, hoje em dia, durante a escolaridade obrigatória, os nossos estudantes cegos não são motivados para a prática do Braille, nem o conhecem em todas as suas modalidades. Recorrem preferencialmente a textos introduzidos no computador, que ouvem com recurso à voz sintética, ou serve-se de leituras feitas por outrem, normalmente gravações em fita magnética (livros sonoros).
