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sábado, 11 de janeiro de 2014

GESTÃO ESCOLAR


Comente o vídeo abaixo, apresentando suas reflexões sobre o papel do gestor educacional, especificamente o DIRETOR.  http://www.youtube.com/watch?NR=1&feature=endscreen&v=mBluNKV2SWQ


Até bem pouco tempo, o modelo de direção da escola, era o de diretor submisso aos órgãos centrais, e seu papel se restringia a de guardião e administrador de determinações estabelecidas pelas instâncias superiores. A intensificação sobre a autonomia da escola se deu a partir da década de oitenta. O debate sobre a autonomia da escola toma corpo e possibilita modificação na terminologia e avaliação da atuação administrativa, que passa a ser denominada como gestão. A administração é uma das formas da gestão, pois compreende as atividades de planejamento, organização, direção, coordenação e controle.  A gestão escolar é assinalada por uma forte intenção à adoção da compreensão e práticas interativas, participativas e democráticas, caracterizadas por movimentos decididos e integrais em que todos os envolvidos no processo educativo interagem, estabelecendo alianças, organização e parcerias. Devemos salientar que a participação deve ser entendida como processo complexo, que envolve vários cenários e várias probabilidades organizativas. Não existe, pois, apenas um contorno ou conexão de participação. A sua construção não pode ser individual, deve ser construída coletivamente um exemplo é a Gestão democrática que pode ser vista como o resultado de um processo pedagógico coletivo que envolve diretores, coordenadores, supervisores e demais profissionais da Educação, onde todos devem participar ativamente na melhoria da escola aonde atua, pois somente atingirá o sucesso se cada qual cumprir com rigor sua função.
Entretanto, o diretor escolar é um gestor da dinâmica social, um mobilizador, que se preocupa com o processo de ensino/aprendizagem na sua escola. Estes devem também possuir habilidades para diagnosticar e propor soluções assertivas às causas geradoras de conflitos nas equipes de trabalho, ter habilidades e competências para a escolha de ferramentas e técnicas que possibilitem a melhorar a administração do tempo, promovendo ganhos de qualidade e melhorando a produtividade profissional,  e promovendo assim a formação de seus alunos. Entretanto, o conhecimento da legislação e também a implantação e consolidação de mecanismos de participação tais como conselho ou colegiado escolar e grêmios estudantis, que contribuem de maneira eminente para a autonomia da escola.